terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A "Suzi" chegou...........................

Minha "Fazer-zinha" foi embora.............que pena.......................

Se pudesse, ficaria com ela, pois só me deu alegrias.................

Espero que fique em boas mãos e que seja bem cuidada......................

Mas a vida é assim......às vezes, para se obter uma coisa é preciso abrir mão de outra.........................

Meu sonho chegou.......espero que me proporcione também muitas alegrias................

Imagens "falam" mais que mil palavras..........................


Aguiar Motos Suzuki em Assis- SP
















Ainda na Concessionária com o Fernando Aguiar

















No Rancho da Pamonha, entre Maringá e Cascavel

















Ainda no Rancho da Pamonha

















Já em casa, depois de 640 km de estrada no dia 29/01/2013
















domingo, 10 de fevereiro de 2013

Desabafo por um tempo perdido

Acho esse texto humilde, franco, sereno, escrito de coração e mente aberta e todas as vezes que o leio, me emociono..............................Por isso, eu o reproduzo aqui. O autor está no final.
 
Desabafo por um tempo perdido
(escrito por viagemdemoto.com publicado em artigos).
 
Estranho personagem, esse tal de motociclista. Difícil crer que seja possível preferir o desconforto de uma motocicleta, onde se fica instavelmente instalado sobre um banquinho minúsculo, tendo que fazer peripécias para manter o equilíbrio e torcendo para que não haja areia na estrada.

Como podem achar bom transportar o passageiro, dito garupa, sem nenhum conforto ou segurança, forçando o coitado a agarrar-se à pança do motociclista, sujeitando ambos a toda sorte de desconfortos, como chuva, ou mesmo aquela “ducha” de água suja jogada pelo carro que passa sobre a poça ao lado, ou de ficarem inalando aquele malcheiroso escapamento dos caminhões em uma avenida movimentada como a marginal Tietê, por exemplo, sem falar da necessidade de se utilizar capas, casacos e capacetes, mesmo naqueles dias de calor intenso.

Isso tudo enquanto convivemos numa época em que os automóveis nos oferecem toda sorte de confortos e itens de segurança. Ar-condicionado, que permite que você chegue ao trabalho sem estar fedendo e suado; “air bags”, barras laterais, cintos de três pontos, etc., que conferem ao passageiro uma segurança mais do que necessária; som ambiente; possibilidade de conversar com os passageiros (os passageiros...) sem ter que gritar e assim por diante.

Intrigante personagem, esse tal de motociclista.

Apesar de tudo o que disse acima, vejo sempre em seus rostos um estranho e particular sorriso, que não me lembro de haver esboçado quando em meu carro, mesmo gozando de todas as facilidades de que ele dispõe.

Passei, então, a prestar um pouco mais de atenção e percebi que, durante minhas viagens, motociclistas, independente de que máquinas possuíssem, cumprimentavam-se uns aos outros, apesar de aparentemente jamais terem se visto antes daquele fugaz momento, quando se cruzaram em uma dessas estradas da vida.

Esquisito...

Prestei mais atenção e descobri que eles freqüentemente se uniam e reuniam, como se fossem amigos de longa data, daqueles que temos tão poucos e de quem gostamos tanto.

Senti a solidariedade que os une. Vi também que, por baixo de muitas daquelas roupas de couro pesadas, faixas na cabeça, luvas, botas, correntes e caveiras, havia pessoas de todos os tipos, incluindo médicos, juízes, advogados, militares, etc. que, naquele momento, em nada faziam lembrar os sisudos, formais e irrepreensíveis profissionais que eram no seu dia a dia. Descobri até alguns colegas, a quem jamais imaginei ver paramentados tão estranhamente.

Muito esquisito...

Ao conversar com alguns deles, ouvi dos indizíveis prazeres de se “ganhar a estrada” sobre duas rodas; sobre a sensação deliciosa de se fazer novos amigos por onde se passa; da alegria da redescoberta do prazer da aventura, independente da idade; e da possibilidade de se ser livre e alegre, rompendo barreiras que existem apenas e tão somente em nossas mentes tão acostumadas à mediocridade.

Vi, ouvi e meditei sobre o assunto... mudei minha vida...

Maravilhoso personagem, esse tal de motociclista.

Muitas motos eu tive, mas jamais fui um verdadeiro motociclista, erro que, em tempo, trato agora de desfazer.

Mais que uma nova moto, a moto dos meus sonhos.

Mais que apenas uma moto, o rompimento dos grilhões que a mim impunham o medo e o preconceito e que por tanto tempo me impediram de desfrutar de tantas aventuras e amizades.

Deus sabe o tempo que perdi e as experiências que deixei de vivenciar.

Se antes olhava-os com estranheza, mesmo sendo proprietário de uma moto (mas não um motociclista), vejo-os agora com profunda admiração e, quando não estou junto, com uma deliciosa pontinha de inveja.

O interessante, é que conheço pessoas que jamais possuíram moto, mas que estão em perfeita sintonia com o ideal motociclista. Algumas chegam até mesmo a participar de encontros e listas de discussão, não que isto seja imprescindível ou importante. O que importa é a filosofia envolvida.

Hoje, minha esposa e eu, montados em nossos sonhos, planejamos, ainda timidamente, lances cada vez maiores, sempre dispostos a encontrar novos velhos amigos, que certamente nos acolherão de braços abertos.

Talvez, com um pouco de sorte, encontremos algum motorista que, em seu automóvel, note e ache estranho aquele personagem que, passando em uma motocicleta, com o vento no rosto, ainda que sob chuva ou frio, mostre-se alheio a tudo e feliz, exibindo um largo e incompreensível sorriso estampado no rosto.

Quem sabe ganhemos, então, mais um irmão motociclista para o nosso grupo.

Fernando Drummond
São José dos Campos-SP

Passeio para Céu Azul-PR - 20/01/2013

Pessoal, o ano começou bem!

E tem tudo para ficar muito melhor ainda. Tem carnaval daqui a alguns dias. Logo após o carnaval, ou seja, de 14 a 17 de fevereiro tem o motoencontro em Foz do Iguaçu e, na sequência, em março, teremos o moto-encontro de Nova Laranjeiras-PR.

Em abril, de 18 a 21, teremos os X Games 2013, o maior evento de esportes radicais do mundo.
A agenda está cheia.

O passeio de Céu Azul, cidade distante cerca de 90 km de Foz do Iguaçu, foi um sucesso. Tempo bom e, pra quem esperava pouca gente, o encontro recebeu cerca de 500 motos, incluindo motos do Paraguai e da Argentina.
Conversei com algumas pessoas da organização e dava pra perceber a alegria deles em recepcionar tanta gente animada. Na verade, não era um moto-encontro, mas apenas um almoço de domigo para reunir a galera. Além do frango assado, saboreamos outras carnes e o "costelão" estava maravilhoso. Muitos levaram a família e a confraternização de motociclistas foi uma emoção à parte.

Logo após o almoço, a banda "Ossos do Ofício" tocou um rock'n roll maravilhoso.

Parabéns à organização do evento. Torcemos para que outros se realizem no parque de exposições de Céu Azul, lugar agradável e grande o suficiente pra receber as motos e seus apaixonados.

Seguem algumas fotos do encontro.



Ainda no Posto 3 Fronteiras da BR 277, aguardando a chegada dos demais.
















Um "positivo" para o ótimo almoço.














O Parque de Exposições de Céu Azul, grande e bastante arborizado.







A galera reunida.












O "conterrâneo" devorando o almoço enquanto ainda estávamos na fila. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O barracão do almoço, grande o bastante para todos.
 




Ouvindo as lorotas do "conterrâneo".
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Moto super-personalizada.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O conterrâneo catando latinha pra pagar o almoço.


Uma parada pra foto, antes de continuar a curtir a excelente banda de rock "Ossos do Ofício".













As famílias, com seus pequenos e futuros moto-apaixonados também presentes.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Casais apaixonados desfilando, cada um na sua máquina.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mais casais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As mulheres cada vez mais presentes, o que é muito bom.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Outro ângulo do local, muito "massa".