terça-feira, 26 de junho de 2018

Futuro destino : Key West - Florida - EUA.

Infelizmente hoje não vou escrever sobre uma viagem de moto que já realizei, mas uma que ainda quero fazer, de Miami para a ilha de Key West, estado da Florida, nos Estados Unidos.

Apesar de ainda não ter feito esta viagem, gostaria de colocar aqui as dicas para aqueles que se interessarem em realizá-la.

Mas porque este destino e não muitos outros que ainda não fiz ? Porquê em recente viagem com minha esposa para Miami, fizemos amizade com um casal de São Paulo, capital, o Luiz e a Siomara, que também são motociclistas e descobrimos com entusiasmo que eles já tinham reservado a moto numa locadora para fazer esta viagem a Key West.

Pra quem ainda não conhece, Key West é a última ilha de uma série de ilhas (Florida Keys) que começam próximo a Miami e que são todas interligadas por grandes pontes e uma só Highway (auto-estrada), a Highway US-1.

Veja no Google Maps abaixo:

De Miami a Key West, 166 milhas ou cerca de 270 kms (Google Maps).

Vista aérea espetacular !!!!!! (retirada da Internet).


Olha o visual de ambos os lados da rodovia !!!!!! (retirada da internet)

Sabendo que os amigos tinham reservado a moto, pedi ao Luiz para acompanhá-lo na retirada da moto na locadora em Miami.

Creio que a locadora de motos mais conhecida por nós brasileiros nos Estados Unidos seja a EagleRider. O Luiz combinou de retirar a moto as 17 e devolver as 17hs do dia seguinte. O plano dele foi sair de Miami por volta das 7 da manhã, almoçar em Key West e retornar à tarde, devolvendo a moto na locadora até as 17 horas do mesmo dia da viagem.

Depois da viagem, o Luiz me relatou que foi meio corrido mas que foi o suficiente para fazer as paradas ao longo do caminho, necessárias para abastecimento, alimentação e fotos. O Luiz alugou uma Honda Gold Wing 1800 e eu acompanhei a entrega da moto. Vejam as fotos abaixo:

O Luiz e a Siomara retirando a moto.

O gerente da EagleRider Sr. Álamo (que fala português) explica ao Luiz o funcionamento da moto.
Eu e o Luiz posando pra foto.

Só pra sentir o gostinho de sentar numa Gold Wing.


Interior da loja EagleRider.

O belo estoque de motos da EagleRider.


Um pouco do estoque da loja, com capacetes de várias marcas, camisetas, jaquetas e diversos acessórios.

De marcas famosas.
Belos capacetes femininos. Este com o preço de $ 119,95 (dólares).

Agora vamos mostrar algumas fotos da viagem que o Luiz e a Siomara fizeram a Key West:







O uso de capacetes na Florida não é obrigatório, MAS, em caso de moto alugada, você precisa usar em função dos seguros incluídos no valor da locação.








Casa do jornalista e escritor norte americano Ernest Hemingway,
que, em 1952, publicou o livro "O velho e o mar", com o qual
ganhou o Prêmio Pulitzer de Ficção em 1953.





Localidade parece bastante agradável e simpática.





A "Havaianas" já está em Key West.



Se você curte viagens de moto e vai a Miami, não deixe de fazer uma cotação para o aluguel de sua moto no site www.eaglerider.com

A viagem para Key West pode ser feita em apenas um dia de locação, deixando o custo dessa viagem  bem razoável.






terça-feira, 19 de junho de 2018

Up-grade na minha "Suzi" VStrom para a SuperTenere 1200 (Nave Azul)

Depois de mais de 5 anos com a minha querida Suzuki VStrom 650 ("Suzi"), ano 2012/2013, resolvi fazer um up-grade para a Yamaha Supertenere 1200 (nave azul).

Suzi VStrom 650
Minha Suzi estava com quase 40 mil kms rodados (tirei zero km) e me levou a muitos lugares maravilhosos, como o Deserto do Atacama no Chile, Termas de Rio Hondo na Argentina (duas vezes), Colônia del Sacramento, Montevidéo e Punta del Este no Uruguai, entre tantos outros, sempre com muita segurança e conforto.

Depois de pesquisar nos sites "Moto.com.br" e "Olx", encontrei uma "Super" de cor azul em Palmas, sul do estado do Paraná. Estava com apenas 11.600 km rodados, ano modelo 2015/2015. Rodagem muito baixa para uma big-trail.
Apesar da distância, cerca de 430 kms, não tive dúvidas, fui lá buscar a motoca e voltei rodando para Foz do Iguaçu-PR. Isso foi em 05 de fevereiro desse ano.

Eis algumas fotos da NAVE AZUL:


Ainda em Pato Branco-PR, num posto de estrada, voltando para Foz
do Iguaçu - PR, após a compra da moto.


A maior "vantagem" dessa moto em relação à VStrom é a transmissão via cardã, ao invés da velha corrente, que demanda manutenção constante.

Depois da compra, já troquei o baú da moto por um maior e instalei o protetor do cárter. Veja na próxima foto.

A moto com o baú traseiro (Top case) da marca Kappa de 52 litros, a grelha de metal instalada em cima do baú e o protetor de cárter de alumínio da marca Givi.

Foto do protetor de cárter da Givi com mais detalhe.
Foto detalhada do baú traseiro e da grelha de metal.

Loja de acessórios de moto em Ciudad del este, no Paraguai.
Os três acessórios citados foram comprados na loja Sport Car acima. Se você está próximo de Foz do Iguaçu-PR, esta loja é uma boa opção.

Além disso, eles tem Whatszap (+595 986 710639). O Marco é o gerente da loja.

Tem também o Whatszap da funcionária da loja Elisa (+595 973 725140).

Vale a pena consultar aos preços da loja. Destaco que não tenho nenhum vínculo com essa loja, que nem mesmo me pediu pra anunciá-los aqui. Faço isso apenas para divulgar aos leitores esta boa opção de compra de acessórios de moto, apesar de estar fora do país.

Depois da compra dessa "super màquina", só falta colocá-la na estrada. Ainda está com apenas 13.700 kms e a próxima viagem de maior distância deverá ser para Termas de Rio Hondo, na Argentina, para ver a corrida de motovelocidade MotoGP 2019.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Viagem de moto a Termas de Rio Hondo - MotoGP Argentina 2017 - De 06/04 a 11/04/2017


Primeiramente, quero pedir, a todos os colegas motociclistas e internautas em geral, as minhas humildes desculpas pela demora em publicar o relato e as fotos dessa viagem que realizamos em abril desse ano. Problemas na renovação da assinatura de hospedagem deste blog com o provedor americano, bem como outros problemas de ordem pessoal foram os motivos, mas que não vem ao caso agora.

Sempre com o intuito de incentivar cada vez mais os colegas motociclistas a se aventurar por esse mundão afora, dias atrás li uma citação que acho que vale a pena mencionar aqui:

"O que é o medo?
O medo é a não aceitação da incerteza.
Se aceitarmos a incerteza, ela se torna aventura !"

Bora aventurar-se então galera !!!

Após o grande sucesso da viagem do ano passado pra assistir à corrida da MotoGP 2016, em Termas de Rio Hondo, na Argentina, resolvi repetir a dose esse ano.

Para acessar o relato e as fotos da nossa viagem de 2016, CLIQUE AQUI.

Desde outubro do ano passado, eu e os colegas Edrian, Jorge, Rafa e Caio vínhamos acompanhando a publicação do calendário oficial com as datas das corridas para essa temporada. E a corrida da Argentina foi realizada em 09 de abril de 2017. O colega Caio já havia assistido a corrida de 2015 e, por problemas particulares acabou não acompanhando a gente nesse ano.

Por outro lado, com a publicação das fotos da corrida de 2016 aqui mesmo neste espaço, o blog teve centenas de acessos de motociclistas de várias partes do Brasil interessados em ver a corrida. Foi uma oportunidade de ver a única corrida de MotoGP realizada na América do Sul e, ao mesmo tempo, fazer uma viagem internacional de moto. Além disso, também uma oportunidade de assistir ao vivo o piloto mais famoso da MotoGP, o italiano Valentino Rossi, ou simplesmente VR46, que hoje pilota uma Yamaha de número 46. E como ele já tem 38 anos, pode ser sua última temporada na MotoGP.

Com a grande quantidade de acessos ao blog para ver o relato e as fotos da corrida de 2016, bem como os inúmeros comentários postados pelos internautas, e por sugestão de um dos colegas motociclistas, criei um grupo no aplicativo Whatszap para a troca de informações, dicas, roteiros de viagem e etc. Mesmo após a corrida desse ano, o grupo ainda persiste visando a corrida de 2018 e quem quiser participar é só fornecer o nome completo, localidade e o telefone com DDD para o meu e-mail "vstromer.miti@gmail.com".

Após a publicação do calendário da corrida, começava de novo a luta para comprar os ingressos pela internet no site oficial do evento, o "www.ticketek.com.ar", com cartão de crédito. E como aconteceu na compra do ingresso para 2016, novamente nosso cartão não foi aceito pelo site argentino. A compra simplesmente não era concluída. E não era problema de insuficiência de saldo ou liberação para compra no exterior. Creio eu que o site argentino não estava liberando ingresso para compra por parte de estrangeiros. Mas não admitiam isso oficialmente. Me comuniquei por e-mail, passei todos os dados do cartão para a compra (com muito receio aliás), mas mesmo assim não deu resultado. Em 2016, eu e o colega Edrian viajamos sem ingresso e acabamos comprando lá mesmo em Termas na loja oficial do evento, sem precisar comprar de cambista com preço muito mais caro.

Por outro lado, tem também várias empresas e agências de turismo no Brasil que vendem o pacote da viagem, incluindo viagem ida e volta, ingresso, hospedagem e eventualmente os traslados.

Mas voltando à questão da compra dos ingressos, ou melhor, da decepção em não conseguir comprar, surgiu uma boa alternativa. Eu já estava programando uma viagem de moto com minha esposa para a Argentina, Uruguai e sul do Brasil na virada do ano e assim podia aproveitar e comprar os ingressos pessoalmente, porquê acabei passando pela capital Buenos Aires, onde havia diversos locais oficiais de venda. Essa viagem com minha esposa, que durou 17 dias, já está publicada aqui no blog, com fotos belíssimas dos locais onde passamos. Clique AQUI para acessar essa viagem.

Foi assim, então, lá no centro de Buenos Aires, num dos locais oficiais de venda, no dia 30 de dezembro de 2016, que comprei os três ingressos, o meu, o do Jorge e do Rafa. Lá, o cartão de crédito passava normalmente. Mas comprei no "cash", só pra não pagar os absurdos 6,38 % de imposto IOF cobrados no cartão de crédito para compras no exterior.

O preço dos ingressos tem uma pequena elevação, em pesos argentinos, à medida que a corrida se aproxima, mas nada exagerado.

Um detalhe que chamou a nossa atenção foi que os ingressos para a tribuna do piloto Valentino Rossi esgotaram-se já por volta do final de novembro de 2016. Assim, fica a dica para 2018. Quem quiser ingresso para a tribuna do VR, antecipe a compra. Já não havia ingressos para a tribuna do VR em 30 de dezembro em Buenos Aires, quando comprei.

Foi com certa surpresa, mas também com grande motivação que recebi os comentários e elogios ao artigo sobre a publicação da viagem de 2016. Tamanha foi a repercussão da matéria que alguns encontros e novas amizades foram concretizadas. E é isso que faz o motociclismo ser assim, tão mágico, envolvente e fator de unificação em torno de uma mesma paixão: nossas amadas motos e o motociclismo.

Como Foz do Iguaçu é rota de passagem para muitas das viagens internacionais para Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile, foi possível receber aqui alguns novos amigos, quando as rotas e datas de viagem coincidiam. Foi o caso dos simpáticos irmãos Antonio e Moacir Muzzi, de Belo Horizonte-MG.

Eu, no meio dos irmãos Antonio e Moacir Muzzi, de Belo Horizonte-MG e mais o casal de amigos Odair e Dádiva, no Capitão Bar, em Foz do Iguaçu, no dia 04/04/2017.
Os irmãos Muzzi ainda continuam presentes no grupo do Whatszap "MotoGP 2018", já visando a viagem para o próximo GP. Como eu segui viagem para Termas apenas no dia 06/04, quinta-feira, não foi possível acompanhá-los na estrada.

Nesse mesmo bar estavam outros viajantes para a MotoGP mas acabamos nos desencontrando.

Outro grupo de amigos que acabamos recebendo em Foz foi do Rio de Janeiro, o Nassim, o Marcondes e o Fernando, os dois últimos de Arraial do Cabo-RJ. E o Odair (Burro Branco) e a Dádiva receberam a todos nós em sua chácara, no dia 05 de abril à noite, véspera da nossa partida.

Na chácara do Odair e da Dádiva, em Foz do Iguaçu, no dia 05 de abril á noite, com os 3 amigos do Rio e mais uma galerinha de bem com a vida.
Para a viagem desse ano, recebemos também em Foz do Iguaçu os amigos Flávio Serra e Reginaldo, de Cachoeiro do Itapemirim - ES. Eles chegaram no dia 05/04, quarta-feira, se não me engano, para seguirmos viagem juntos no dia seguinte, pois não conheciam a rota.

Eu registrei essa foto dos amigos Flávio Serra e Reginaldo, o Rafael, o Edrian e o Jorge (da esquerda pra direita).
O Rafael, o Edrian e o Jorge ficaram aguardando na aduana brasileira da Ponte Tancredo Neves - PTN, divisa com a Argentina, enquanto eu fui buscar o Flávio e o Reginaldo no Hotel Ibis, no centro de Foz pela manhã do dia 06 de abril, quinta-feira, para então, pegarmos a estrada. Ainda na fila da aduana argentina para fazermos a imigração, ao comentarmos dos ingressos, o Jorge lembrou-se que tinha esquecido o ingresso em casa. Passamos a aduana e ficamos aguardando o Jorge chegar.

O bizonho do Jorge, juntando-se a nós já do lado argentino, logo depois da aduana, agora feliz por ter lembrado de pegar o ingresso a tempo e puto conosco, que não perdemos a oportunidade da piada.
Abaixo um resuminho da viagem:

Pilotos/Motos: Alexandre Mitiura (Suzuki VStrom 650) ; Edrian (Suzuki GSX-R 1000 SRAD): Rafael (BMW GS 800) ; Jorge (Yamaha Supertenere 1200) ; Reginaldo (Ducati Diavel 1200) ; Flávio (BMW GS 1200).

Destino: Termas de Rio Hondo - Província de Santiago del Estero - Argentina.
Distância total percorrida: 2.880 km, ida e volta (incluindo os deslocamentos no destino)
País(es): Argentina.
Período: 06/04 a 11/04/2017 (quinta a terça).

O roteiro de 2017 foi o mesmo da viagem de 2016. Veja pelo Google Maps:

(clique no mapa para ampliar)




Como em 2016, para percorrer os 1340 km de Foz a Termas, dividimos a viagem em dois dias, sendo que no primeiro dia seguimos e pernoitamos em Resistência (Argentina), distante cerca de 645 km de Foz. Viagem tranquila e tempo bom, sem chuva. Acabamos encontrando na estrada os amigos Marconde, Fernando e Nassim. No segundo dia, sexta-feira, após mais 680 km, chegamos a Termas de Rio Hondo.

Já estamos na estrada. Parada para abastecimento, banheiro, alimentação. Rafa e Jorge na foto.

Uma dica: os postos da bandeira Shell nesse rota tem uma ótima estrutura, com conexão de internet wi-fi, ar condicionado, gasolina confiável, bom banheiro e uma boa lanchonete

Mais uma parada para abastecimento. Da esquerda pra direita, o Rafa, o Jorge, o Edrian, eu e o Reginaldo. O Flávio Serra batendo a foto.
Em Resistência, já é a terceira ou quarta vez que nos hospedamos no Hotel Diamante, fazendo a reserva pelo Booking.com. É um hotel de classe econômica, mas com garagem coberta para as motos, bom atendimento, ar condicionado, ótima conexão wi-fi e um café da manhã excelente para os padrões argentinos. Assim, recomendo a reserva nesse hotel.


Chegando no Hotel Diamante, em Resistência / Argentina.

O amigo Marconde de GS 800 com correia dentada e, mais atrás o amigo Fernando, de GS 1200.

Uma bela foto, que conseguiu reunir os nove amigos que estavam na estrada. Flávio Serra e Reginaldo de Cachoeiro do Itapemirim, Marconde, Fernando e Nassim do Rio de Janeiro, Jorge, Rafa, Edrian e eu (Miti) de Foz.

Eu, Jorge, Nassim e o Rafa.


Nessa região do norte da Argentina, as crianças veneram os pilotos que por ali passam, talvez porquê aquela região recebe os pilotos do Rally Dakar (antigo Rally Paris-Dakar). Aí, quando a gente aparece com motos grandes e todo equipado, as crianças acham que somos famosos e chegam com papel e caneta para pegar o seu autógrafo. Dá para curtir alguns minutos de fama.



      A placa logo à frente já indica Santiago del Estero, a capital da província, Tucuman e Catamarca.


     Algumas estradas argentinas sem acostamento, mas com piso bom, sem buracos. Com os amigos Rafa e Jorge, mais à frente.

Chegando em Termas. Ainda bem que o amigo Jorge parou pra registrar a foto.
O Jorge fazendo a alegria da criançada já em Termas.

Só pra vocês terem uma ideia do tamanho do quarto para quatro pessoas, onde ficamos nesta Pousada.

Na Internet, as fotos pareciam de um lugar magnífico, mas ao vivo, a coisa foi bem diferente. Esta Pousada Costa del Sol não recomendo. Conexão de internet horrível. Ar condicionado não dava conta. Não tinha estacionamento privado ou coberto. As motos ficaram todas na calçada. Como pegamos tempo bom sem chuva em todos os dias, não tivemos grandes problemas. A cidade toda ficou repleta de motos por todos os lados.

    Já em Termas, no dia 07/04/17 à noite, curtindo a pracinha central da cidade com os amigos.


Na fila do posto em Termas, veja a placa com os preços dos combustíveis. A gasolina (nafta) que mais usamos é a mais barata, a "SUPER" (a primeira da placa), que custava 20,60 pesos, ou cerca de R$ 4,12, um pouco mais cara que no Brasil.

No autódromo, sábado, 08 de abril, véspera da corrida, assistindo aos treinos classificatórios.

Na tribuna do Marc Marquez, porquê na tribuna do Valentino Rossi, onde queríamos, não tinha mais ingressos. Tempo fechado e com um vento gelado.

Não podia perder uma foto com as promoters do evento.
No intervalo entre as corridas das três categorias (Moto3, Moto2 e MotoGP), e dentro do espaço do evento, você pode fazer um lanchinho de bife de chorizo a 130 pesos, ou cerca de 26 reais.

Rio Hondo ao fundo.

Prontos pra largada.
Primeira curva após a largada bem na nossa frente.
Foto do telão bem na frente da nossa Tribuna.
O Jorge conseguiu esse "zoom" do nosso piloto favorito, o véinho VR46 saindo pra pista.
Outro "zoom" que o Jorge conseguiu na segunda curva.
Pra você entender a distribuição das tribunas no autódromo, é assim: a tribuna mais próxima da construção vermelha dos boxes, com bandeiras amarelas é a tribuna do "Doutor" VR46. Em seguida vem a tribuna da Ducati, com bandeiras vermelhas. E bem de frente à curva tem a tribuna do Marc Marquez, onde estamos. A tribuna do VR46, por ficar próxima ao prédio dos boxes, não sei se tem ampla visão da largada !!!?? 

Na entrada do evento, eles controlam a entrada de comida e bebida, mas não revistam as mochilas muito bem não. Então, se você levar, lá no fundo de uma pequena mochila, umas 2 garrafinhas de água, barras de cereal e etc, caso queira, dá pra passar. Porquê dentro do parque do evento, as coisas são bem caras.

Em frente à loja onde vende produtos específicos do evento. Compramos bonés e camisetas.

Olha a beleza de máquina que estava lá dentro do evento.


Essa panorâmica 360 graus ficou pequena, mas bem legal.

Na maioria dos pedágios da Argentina, motos não pagam. Veja a plaquinha adiante. E quase não há espaço para se passar pelo corredor. Quem está com baús laterais, tem que tomar cuidado e passar devagar.
Ponte estaiada que liga Corrientes a Resistência, na Argentina. Muito bonita.

Olha a avenida beira rio à direita, com uma prainha bem legal. Já passei várias vezes por essa ponte, mas um dia ainda vou parar na prainha pra tomar uma com a galera.
Foto em Resistência, já no caminho de volta, e vestindo os bonés e camisetas azuis que compramos lá no evento.
Na corrida de 2016, eu, como "suzukeiro" de carteirinha, torci para o Maverick Vinales que corria de Suzuki, mas ele caiu a três voltas do final da corrida.

Na corrida de 2017, o Maverick Vinales ganhou a corrida, mas agora correndo de Yamaha. A Suzuki melhor colocada foi do Andrea Ianone, que chegou em 16. Paciência.

Deu dobradinha da Yamaha no GP da Argentina, com o Vinales em primeiro e o Rossi em segundo. O Marc Marquez caiu. As KTM estrearam esse ano como equipe de fábrica, mas ficaram em 14 e 15. Para um ano de estréia, não estão indo mal.

Quer tiver dúvidas ou precisar de alguma dica ou informação sobre a viagem, pode postar aqui.

A volta para Foz do Iguaçu nos dias 10 e 11 de abril transcorreu sem problemas, com tempo bom

Mais uma viagem de moto realizada com sucesso e sem problemas ou acidentes, graças à proteção Dele.

Abração a todos.