segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Nova aquisição: Suzuki GSX- R 1000 MotoGP

Galera, vocês não tem ideia da minha alegria !!!!!! Comprei minha primeira moto esportiva, ou "speed", como alguns chamam. É uma Suzuki GSX-R 1000, ou SRAD 1000, como é conhecida no Brasil.

Fiz um esforço financeiro considerável, considerando que não vendi a minha Yamaha Super Tenere 1200. Mas o que se consegue hoje sem esforço ?

O ronco dos motores de 4 cilindros é contagiante. E a vontade de adquirir uma esportiva de 4 cilindros veio depois de pilotar a SRAD 1000 preta do colega Edrian quando fomos assistir à corrida de MotoGP na Argentina em 2016. Rodei uns 120 km com ela na estrada e foi o suficiente para eu ficar viciado nesta máquina. E como já sou "Suzukeiro" de carteirinha, desde que adquiri a Suzuki VStrom 650, optei por uma Suzuki 1000, ao invés de uma Honda CBR 1000, ou a Kawasaki ZX-10R ou ainda a Yamaha R1.

Montar e acelerar uma máquina dessas, de 1000 cilindradas, com apenas 200 kg e 185 cavalos de força, que chega a 300 km/h, é alguma coisa indescritível. É preciso controlar as emoções para não fazer bobagem, pois a vontade de acelerar é cada vez maior. Para vocês terem uma ideia da relação peso/potência, a minha Super Tenere, de 1200 cilindradas pesa 270 kg, tem só 114 cavalos de força e alcança um máximo de 235 km/h. A SRAD tem quase 1 cavalo por kilo de peso, enquanto a Super Tenere tem só 0,42 cavalos por kilo.

Sempre que assistia às corridas de moto velocidade da MotoGP e via aquele azul da escuderia Suzuki ficava "babando" na moto, imaginando se um dia poderia sentir a emoção de pilotar uma esportiva parecida com aquela. Em sendo assim, eu não queria a cor preta, como a do Edrian, ou outra cor qualquer, mas aquele azul igual ao modelo que a Suzuki usa nas corridas de MotoGP.

E foi assim que, olhando os classificados de moto, encontrei o anúncio desta máquina, que é uma Suzuki GSX-R 1000 com ABS modelo MotoGP, ano 2015/2016. Está com pouco mais de 6 mil kms e tem muitos equipamentos e acessórios instalados. Para checar a procedência da moto, perguntei ao vendedor Cristiano sobre o histórico dela. Foi aí que ele me contou que o Rafa, filho do Pico, dono da concessionária Yamaha de Foz, foi buscar essa moto em Cascavel-PR, em janeiro de 2018. E ainda me mostrou fotos e vídeos que o Rafa fez da moto na época quando estava à venda em Cascavel. Uma das fotos inclusive mostro o odômetro da moto com apenas 2923 km (janeiro de 2018). Isso me trouxe mais confiança em adquirir esta moto.

E essa moto foi anunciada aqui mesmo na cidade, o que me poupou o trabalho de viajar para trazê-la. Mas vamos deixar de papo furado e mostrar algumas fotos desta belezura de máquina.

O escapamento é da marca Akrapovic, do mesmo modelo do usado na BMW S1000 RR.




Aquela "barriga vermelha" da moto é o que a diferencia dos modelos com e sem o freio ABS. Os modelos sem o sistema ABS tem aquela parte inferior da mesma cor do restante da moto.



É isso então galera, alegria total com a máquina, mas com juízo e responsabilidade e sempre lembrando daquele famoso slogan "Potência não é nada sem controle".




2 comentários:

  1. Mitiura, nunca tinha entrado no seu blog. Mas o Paulo deu a dica e vc postou o link no grupo. Foi ótimo, obrigado aos dois. Valeu !

    Suas motos são lindas, ambas azuis. Azuis como um céu de brigadeiro, que suscita viajar por estradas sem fim.

    Muita sorte com elas.

    Vc é um sujeito super sangue bom. Merece cada ronco, esticada, trilha ou paisagem que suas motos possam lhe proporcionar.

    Esoero te reencontrar em Termas de Rio Hondo 2019.

    Afinal, com que moto vai ????

    Abração

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  2. Aoareci como unknown ... mas aqui é o Jaime do grupo motogp. Versys 650 Tourer verde.

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